Modulo 8- Fotografia

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Fotografias  do nosso passado volta ao presente






Marta Norte
Oficina Gráfica, Modulo 8, 22 - 09 - 2011







Historia


Várias pessoas contribuíram para o desenvolvimento da fotografia, o que leva a que ela não tenha a um único criador pois todos contribuíram para a sua evolução.

A fotografia surgiu na primeira metade do século XIX, revolucionando as artes visuais. Sua evolução deve-se a astrónomos e físicos que observavam os eclipses solares por meio de câmaras obscuras, princípio básico da máquina fotográfica.
A câmara obscura tornou-se acessório básico de pintores e desenhistas, inclusive o Leonardo da Vinci (1452-1519), uma sala fechada para a luz com um orifício de um lado e uma parede pintada de branco à sua frente.
Com o passar dos tempos, a câmara obscura foi sendo reduzida de tamanho, de modo que artistas e pesquisadores pudessem carregá-la com facilidade por onde andassem.

Na virada do século XVII para o XVIII, as imagens feitas por meio de câmara obscura não resistiam à luz e ao tempo, desaparecendo logo após a revelação. Foram vários os pesquisadores que conseguiram gravar essas imagens, mas todos encontravam dificuldades em sua fixação.
A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judéia. A imagem foi produzida com uma câmara, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Nièpce 
chamou o processo de "heliografia", gravura com a luz do Sol.



Imagem da primeira fotografia permanente do mundo feita por Nicéphore Niépce, em 1825.


A primeira fotografia colorida permanente foi tirada em 1861 pelo físico James Clerk Maxwell. A fotografia a cores pode formar imagens como uma transparência positiva, para uso em projector de slides ou em negativos a cores, para uso de ampliações coloridas positivas em papel de revestimento especial.

James Clerk Maxwell


Imagem da primeira fotografia colorida da história, tirada por James Clerk Maxwell em 1861.




Inventores



Nos inventores não podemos dizer que foi uma única pessoa a criar a Fotografia, pois foram várias que contribuíram para o desenvolvimento da fotografia, o que leva a que ela não tenha a um único criador pois todos contribuíram para a sua evolução. Joseph Nicéphore Niépce sendo o primeiro a tirara a primeira fotografia; Hippolyte Bayard, William Fox Talbot também ajudou a evoluir a fotografia.

Joseph Nicéphore Niépce 
Hippolyte Bayard
William Fox Talbot 





Primeiros Processos Fotográficos





Fotografia em preto e branco

A fotografia nasceu em preto e branco, mais precisamente como o preto sobre o branco, no início do século XIX. Desde as primeiras formas de fotografia que se popularizaram, como o daguerreótipo - aproximadamente na década de 1823 - até aos filmes preto e branco atuais, houve muita evolução técnica e diminuição dos custos. Os filmes actuais têm uma grande gama de tonalidade, superior até mesmo aos coloridos, resultando em fotos muito ricas em detalhes. Por isso, as fotos feitas com filmes PB são superiores as fotos coloridas convertidas em PB.

Fotografia em preto e branco
Meio tom

As fotografias em preto e branco se destacam pela riqueza de tonalidades; a fotografia colorida não tem o mesmo alcance dinâmico.
Na fotografia P&B se costuma utilizar a luz e a sombra de forma mais proeminente para criar efeitos estéticos -­ há quem prefira fotografar apenas em filme preto e branco, mesmo com a maior facilidade e menor custo do equipamento digital. Os sensores das câmaras digitais ainda possuem alcance dinâmico muito menor do que a fotografia P&B e mesmo da colorida, estando mais próximo do slide.

Fotografia colorida

A fotografia colorida foi explorada durante o século XIX e os experimentos iniciais em cores não puderam fixar a fotografia, nem prevenir a cor de enfraquecimento. Durante a metade daquele século as emulsões disponíveis ainda não eram totalmente capazes de serem sensibilizadas pela cor verde ou pela vermelha - a total sensibilidade a cor vermelha só foi obtida com êxito total no começo do século XX. A primeira fotografia colorida permanente foi tirada em 1861 pelo físico James Clerk Maxwell. O primeiro filme colorido, o Autocromo, somente chegou ao mercado no ano de 1907 e era baseado em pontos tingidos de extracto de batata.
O primeiro filme colorido moderno, o Kodachrome, foi introduzido em 1935 baseado em três emulsões coloridas. A maioria dos filmes coloridos modernos, excepto o Kodachrome, é baseada na tecnologia desenvolvida pela Agfa-color em 1936. O filme colorido instantâneo foi introduzido pela Polaroid em 1963.
A fotografia colorida pode formar imagens como uma transparência positiva, planejada para uso em projector de slides (diapositivos) ou em negativos coloridos, planejado para uso de ampliações coloridas positivas em papel de revestimento especial. O último é actualmente a forma mais comum de filme fotográfico colorido (não digital), devido à introdução do equipamento de foto impressão automático.

Fotografia colorida datada de 1877



Fotografia de estúdio - luz e formação da imagem




A Luz da Fotografia
A luz na fotografia é essencial para criar climas, volumes e texturas. Como se sabe, a fotografia é uma ciência-arte que mistura conceitos de Química e Física com elementos de expressão plástica e conceitos de linguagem criativa.

A luz é a matéria-prima essencial da fotografia e sem boa iluminação não há uma boa imagem. Um fotógrafo deve aprender a conhecer e interpretar a luz: a sua cor, a sua direccionalidade e o seu carácter.

A direcção da luz resulta da sua posição em relação ao fotógrafo e ao assunto. Quando a origem da luz se localiza por trás da objectiva, temos uma situação de iluminação frontal, que reduz as sombras do que se está a fotografar e reduz a noção de tridimensionalidade. Permite, contudo, uma excelente reprodução de cores vivas. Se a luz surge por trás do assunto da fotografia estamos numa situação de contra-luz.

Além de do local de onde provenha, a luz pode atingir os objectos de forma dura, desenhando sombras de contornos precisos, ou difusos, quase não se distinguindo sombras. Este carácter da luz influencia também o ambiente retratado, tal como a cor da própria luz. Antes do nascer do Sol ou quando o céu está encoberto, a cor dominante é azul. É uma luz fria, muito eficaz para fotografias que queiram transmitir sensações de isolamento e angústia. Logo após o nascer do Sol e ao fim do dia a luz é quente, de dominante próxima do vermelho. Muitas vezes a neblina torna especialmente visível a tonalidade da luz, criando ambientes envolventes e misteriosos.


A luz está sempre a mudar. A paciência é uma virtude frequentemente recompensada quando as nuvens deixam passar um raio de Sol para iluminar precisamente a árvore que queríamos fotografar ou quando diferentes tipos de iluminação dentro do enquadramento produzem contrastes inesperados. A única solução é estar atento e pronto para captar qualquer a imagem única num instante fugaz.

Quando um local ou objecto parece interessante, um erro comum é fotografá-lo rapidamente e passar ao próximo. As boas fotografias exigem tempo e esforço. Há que explorar diversos ângulos, diferentes iluminações. Muitas vezes é preciso esperar pela luz certa para conseguir uma fotografia excepcional. 





A Luminosidade na fotografia

A função Levels é uma função extremamente útil do Photoshop, podem executá-la carregando no menu "IMAGE --> ADJUSTMENTS --> LEVELS"
Aparecerá uma nova janela, dentro da qual se destaca um gráfico, este gráfico, um histograma, mostra-nos de uma forma muito simples como estão distribuídos os níveis de luz pela nossa foto. O lado esquerdo do gráfico corresponde aos níveis de luz mais escuros e o lado direito aos níveis de luz mais claros.


Ou seja, uma imagem que seja muito escura, digamos que 80% da imagem é quase preta, o seu gráfico será muito elevado no lado esquerdo e terá níveis muito baixos no lado direito. O meio do gráfico corresponde a níveis de luz intermédios, nem muito escuros nem muito claros.

Se movermos a seta preta pequenina para onde está a apontar a seta VERMELHA vamos verificar que só a podemos mover para a direita, e isto vai tornar as zonas mais escuras da imagem AINDA MAIS escuras.
Se movermos a seta para onde aponta a VERDE, verificamos que podemos movê-la tanto para a esquerda como para a direita. Esta seta corresponde aos tons médios da fotografia, quando a movemos para a esquerda a foto fica "no geral" mais clara, e se a movemos para a direita fica mais escura.

Se movermos a seta preta pequenina para onde está a apontar a seta AZUL vamos verificar que só a podemos mover para a esquerda, e isto vai tornar as zonas mais claras da imagem AINDA MAIS claras.


Exemplos de Imagens utilizando a ferramenta no Photoshop:






A Cor

A cor resulta da existência da luz portanto, com a ausência de luz não existem cores, existe apenas a cor negra.
A luz do Sol contém vários tipos de radiações que constituem o espectro electromagnético. E cada comprimento de onda corresponde a um tipo de radiação.


Luminosidade

Está directamente relacionado com o grau de clareza, ou seja, quantidade de luz. Por exemplo o branco é luminoso e o preto não tem luz. A cor mais luminosa é o amarelo e a de menos luminosidade é o violeta.

Saturação

A saturação máxima de uma cor é atingida quando corresponde ao seu comprimento de onde no espectro visível, podendo denominá-lo assim de tom puro. Como exemplo do vermelho mais saturado temos a magenta.

Contraste Claro-Escuro

Este contraste é conseguido utilizando o branco, o negro e a gama de cinzentos entre estes dois tons




Relativamente ao círculo cromático o eixo principal claro-escuro é definido pelos polos amarelo (cor mais clara) e azul- violeta (cor mais escura).
Por exemplo a relação do claro-escuro é na arte moderna “A Guernica” de Picasso 





Cores Quentes e Frias 


As cores produzem sensações nas pessoas. Algumas transmitem a sensação de calor e outras de frio, por isso também se classificam as cores por quentes e frias.



Cores Quentes

Transmitem um efeito ou sentimento cálido ao observador, dão sensação de actividade, de alegria, de dinamismo, de confiança e amizade.
Se observamos o círculo cromático, vemos que as cores quentes são aquelas que participam da mistura com vermelho ou amarelo com qualidades positivas, atrevidas, excitantes, vibrantes e expansivas. Sugerem calor, fogo, luz de sol, sangue, e possuem carácter inquieto, vivo e estimulante.

Cores Frias

Transmitem ao observador uma sensação de frieza, mas também de tranquilidade, de seriedade, de distanciamento.
São as cores que participam do azul com carácter negativo, intimista, e reservado tranquilo e relaxantes. Sugerem frio, humidade, água, luz de lua e relaxe.
Na natureza sempre encontramos as cores quentes ao lado das cores frias. E se encontramos cores frias juntas, uma delas será com tendência mais quente que a outra.



Profundidade de Campo e de foco

Profundidade de Campo
A profundidade de campo é gama de distâncias em torno do plano focal na qual há nitidez aceitável. A profundidade de campo depende dos tipos de câmaras, aberturas e distância, apesar de também ser influenciada pelo tamanho da impressão e pela distância de visualização da imagem. Essa secção foi pensada para ajudar a melhorar a compreensão intuitiva e técnica de profundidade de campo aplicada na fotografia.

Exemplo 1

Exemplo 2

Exemplo 3

A profundidade de campo em nenhum ponto observa-se transição de nitidez total para desfoque, sempre ocorre uma transição gradual. Na verdade, tudo imediatamente em frente ou atrás do plano de foco já começa a perder nitidez -- mesmo que não percebamos com nossos olhos ou pela resolução da câmara.

Círculo de confusão
O círculo de confusão é usado para definir quando um ponto precisa estar borrado para ser visto como desfocado. A região onde o círculo de confusão se torna perceptível está fora da profundidade de campo e então não é mais 'aceitavelmente nítida', isto é, está fora de foco.
Círculo de confusão aceitavelmente nítido é definido de uma maneira não muito rigorosa como um que não é percebido se observado a uma distância de 30 cm e numa impressão padrão de 20x25 cm.
Considerando essas distâncias e tamanho, os fabricantes de câmara assumem que um círculo de confusão é irrelevante quando não é maior que 0.2mm. Como resultado, os fabricantes de câmara usam esse padrão quando mostram os marcadores de profundidade de campo em lentes.



Controlando a profundidade de campo
Apesar do tamanho de impressão e a distância de visualização serem factores importantes que influenciam na aparência do círculo de confusão para os nossos olhos, a abertura e a distância focal são dois elementos chave que determinam quanto grande o círculo de confusão será no sensor da sua câmara. Aberturas maiores (números F menores) e distâncias de foco mais próximas produzem profundidades de campo mais rasas. O seguinte teste de profundidade de campo foi feito variando-se a abertura, mas com a distância de foco fixa e com uma lente de 200mm numa câmara digital com um sensor com factor de corte de 1.6X (ou seja, a lente é equivalente a uma de 320mm em uma câmara de 35mm).

F/8.0

F/5.6
F/2.8
Profundidade de foco
Outra implicação do círculo de confusão é o conceito de profundidade de foco (também chamado de espalhamento de foco). Ele difere da profundidade de campo pois descreve a distância sobre a qual a luz é focalizada no sensor da câmara, em oposição a quanto do sujeito da foto está em foco. Isso é importante pois define a tolerância sobre quão plano deve ser o filme ou o sensor digital para que haja foco em todas as porções da imagem.



Objectivas fotográficas

A propriedade mais importante de uma objectiva á a sua distância focal. Esta está relacionada com o seu "ângulo de visão". As objectivas estão agrupadas em três grandes grupos: grande angular, normal e teleobjectiva conforme as suas distâncias focais.
As objectivas de 50 mm (câmaras 35 mm ou seu equivalente) são consideradas normais, têm uma visão semelhante ao olho humano em termos de escala e proporção.
As objectivas grande angular, com uma distância focal reduzida, cobre um amplo campo visual (17 a 35 mm, para câmaras 35 mm ou seu equivalente).
As objectivas com a sua elevada distância focal permitem cobrir um campo visual muito mais limitado (70 a 300 mm, para câmaras 35 mm ou seu equivalente).
As ultra grandes angulares uma vasta área de cena, há objectivas que chegam a ter um ângulo de visão de 180º (menos de 16 mm, para câmaras 35 mm ou seu equivalente).
As objectivas longas permitem ampliar o ângulo de visão sendo muito utilizadas para fotografia de desporto e vida animal.
As objectivas macro permitem uma maior aproximação do tema a fotografar, muito utilizadas para fotografia de produtos e de pequenos animais (escaravelhos, borboletas,...) ou flores.
As objectivas podem ser também classificadas de focal fixa ou zoom. A primeira tem uma única distância focal enquanto o zoom tem uma gama de distâncias focais mais alargada, tipicamente 28 a 70 mm, 70 a 200 mm, 28 a 200.
As lentes de focal fixa oferecem uma maior qualidade mas a compra de uma vasta gama de objectivas torna-se bastante dispendioso e de difícil portabilidade. As objectivas zoom, regra geral oferecem uma boa relação qualidade/preço/portabilidade.





Lente micro
· Aplicação: Estas lentes são especialmente indicadas para fotografias de temas muitos pequenos, os quais são ampliados pelas lentes.
· Distorção: Por apresentar profundidade de campo muito reduzida, a perspectiva da fotografia é perdida na desfocagem.
· Imagem: Maior que o objecto fotografado.

Lente macro
· Aplicação: Estas lentes são indicadas para fotografias de temas de pequena dimensão onde é necessário um grande detalhe. Pode focar objectos a pequenas distâncias, e assim proporciona ao fotógrafo a possibilidade de fotografar detalhes minúsculos de objectos, pequenos insectos, plantas ou micro organismos.
· Distorção: Apresenta profundidade de campo muito reduzida e distorções.
· Imagem: Um pouco maior ou menor que o objecto fotografado.

Lente olho de peixe
· Aplicação: Estas lentes são indicadas para situações onde é necessário capturar uma grande área do espaço ou ambiente. Com características de uma grande angular mais poderosa, é capaz de abarcar um ângulo até 180 graus.
· Distorção: Provoca grandes distorções na imagem.
· Imagem: Menor que o objecto fotografado.

Lente grande angular
· Aplicação: Estas lentes são mais apropriadas para fotos de paisagens ou em ocasiões em que se tem pouca distância para fotografar em recintos pequenos, como por exemplo salas em que precisamos enquadrar o máximo de área possível. Uma outra característica destas lentes é proporcionar grandes profundidades de campo, desde pequenas distâncias até ao infinito.
· Distorção: Apresenta distorção da imagem.
· Imagem: Menor que o objecto fotografado.

Lente normal
· Aplicação: Estas lentes produzem uma imagem com perspectiva que se aproxima da visão normal, em que a proporção dos assuntos enquadrados não sofre ampliação nem redução perceptível.
· Distorção: Semelhante à do olho humano.
· Imagem: Menor que o objecto fotografado.

Lente teleobjectiva
· Aplicação: Estas lentes de grandes distâncias focais são apropriadas para fotografar a longa distância.
· Distorção: Quanto maior é a distância focal, maior é a desvalorização da perspectiva e o achatamento da imagem.
· Imagem: Menor que o objecto fotografado.

Lente zoom
· Aplicação Este tipo de lentes não é mais do que uma lente que permite variar a distância focal, e por consequência, variam o campo abrangido e o tamanho da imagem. Devido à sua versatilidade e conveniência, as objectivas zoom são talvez as mais populares de todas. Como uma lente zoom tem uma distância focal variável de maneira contínua, ela pode substituir todas as lentes fixas compreendidas entre as suas distâncias focais máxima e mínima.
· Distorção: Depende da distância focal.
· Imagem: Depende da distância focal.


Tipos de luz

Luz natural é a luz do Sol, geralmente em exteriores. Pode ter muitas formas, desde a luz suave, difusa, de um dia nublado, à luz dura e contrastada directa do Sol.
Com a luz natural, podemos não ter sombra ou ter sombras suaves ou duras. As sombras podem ser longas curtas, dependendo da hora do dia e do estacão do ano.
A especularidade da luz natural é quase sempre influenciada pelo tempo. A luz do Sol é rica em possibilidades, algumas vezes imprevisíveis, e sempre impossíveis controlar. Ainda assim, é possível antecipar ou ao menos, amenizar as condições de iluminação externa.


Luz artificial refere-se à luz adicionada além da luz existente na cena. Pode ser simples como um flash ou complexa como as luzes de estúdio.
Você pode criar qualquer efeito de iluminação que desejar com um equipamento apropriado. No entanto, os fotógrafos tentam adicionar luzes da forma mais natural possível. Dessa maneira, a atenção fica no objeto e não na iluminação.

Luz do Flash é uma breve e intensa explosão de luz. As maiorias dos flashes são portáteis e potentes para o seu tamanho. Quase todas as fontes de flashes utilizadas hoje em dia são electrónicos ou com bateria.



Iluminação de estúdio

Pelo fato de o modelo poder ficar parado por algum tempo, você pode usar velocidade de obturador relativamente baixa; na verdade, você pode ser forçado a usar velocidades baixas porque a luz contínua não é muito forte. A abertura do diafragma será determinada usando-se um fotómetro convencional para ler a luz que incide no rosto da pessoa, depois que as luzes tenham sido posicionadas. Quando for ajustar a iluminação para um retrato, deve olhar as características da pessoa. Você pode conseguir efeitos diferentes mudando o ângulo, a altura e as qualidade da luz, como também usando mais de una fonte de luz.


A máquina fotográfica

máquina fotográfica antiga

máquina fotográfica moderna



Câmaras fotográficas digitais
Câmaras fotográficas analógicas
Imediatismo
As imagens estão imediatamente disponíveis.
As imagens só estão disponíveis após o rolo do filme ter sido usado e revelado.
Resolução
Resolução é baixa se comparada com o filme. Até as máquinas fotográficas digitais com mais de 1 milhão de pixels só são boas para fotos 4x6 e talvez 8x10.
Excelente, centenas de vezes mais que as máquinas de fotografia digital. Pode fazer ampliações 16x20 polegadas a partir dum filme de 35mm.
Armazenamento
Suportes magnéticos ou ópticos somam-se ao custo da imagem.
Negativos e slides são armazenados neles próprios mas devem ser guardados em embalagens apropriadas para protegê-los e facilitar o manuseio.

Longevidade
Os meios de armazenamento digital podem não ser legíveis no futuro devido a mudanças de formatos e dispositivos de leitura.
Slides e fotos sempre podem ser vistos sem dispositivos especiais, e slides negativos podem durar facilmente um século ou mais.

Custo
O custo do filme e revelação é eliminado, assim pode fotografar sem nenhum custo. Porém, existem custos adicionais quando armazena ou imprime. Custos de bateria também serão insignificantes.
Filme tem que ser comprado e revelado. Porém, a partir daí não há nenhum custo adicional, a menos que queira ampliações ou cópias adicionais (estas fotos podem ser digitalizadas posteriormente através de um scanner).

Controles criativos
Todas as máquinas fotográficas digitais carecem dos controles encontrados na maioria das máquinas fotográficas de qualidade, excepto as digitais mais caras. A escolha de lentes ainda é muito limitada.
Controles de nível profissional são encontrados até mesmo nas de 35mm mais baratas. Também existe uma extensa escolha de lentes para a maioria dos modelos.





Como Funcionam as máquinas fotográficas digitais

Resolução
O megapixel é um indicador do tamanho das fotos conseguido por determinada máquina. Regra geral, mais megapixeis equivalem a uma etiqueta de preço mais elevada. O megapixel (um milhão de pixeis) refere-se ao número de sensores luminosos do CCD (charge coupfed device). É uma unidade de medida da resolução do CCD. Quanto mais sensores, maiores as imagens que se podem captar. Se pretender apenas algumas fotos para colocar num website ou para enviar para os amigos por e-mail, então tudo o que precisa é de uma máquina básica ou compacta. Estes equipamentos produzem ficheiros de imagem com cerca de 1280x960 pixeis, o que é óptimo para a Internet, mas demasiado pequeno para fotos impressas de boa qualidade. Para fotos de qualidade razoável, vai precisar de uma máquina fotográfica com um CCD de dois a três megapixeis. Esta irá produzir imagens com cerca de 2048x1536 pixeis, o que é ideal para imprimir no formato de 10x15 cm. Um fotógrafo mais experiente deverá procurar uma máquina fotográfica mais poderosa, ou seja, uma máquina com pelo menos quatro ou cinco megapixeis. Uma imagem com 2560x1920 pixeis pode ser impressa no formato 15x20 cm sem perda de qualidade.



Sensor de imagem
No coração de todas as máquinas fotográficas digitais está um sensor de imagem, ou sensor de luz. Existem dois tipos principais de sensor. As máquinas mais baratas (abaixo de um megapixel) costumam ter sensores CMOS (complementary metal-oxide semiconductor) de baixa resolução, porque estes são de fabrico mais barato. A maior parte das máquinas digitais possuem aquilo a que se chama um CCD, ou charge coupled device, que consiste numa rede de milhões de minúsculas células de silício. Uma vez que cada célula apenas é sensível à luminosidade, cada uma delas é revestida de filtros vermelhos, verdes e azuis para poder detectar as cores. Recentemente, foi desenvolvido um novo tipo de sensor baseado na tecnologia CMOS, que consegue três vezes a resolução de um CCD convencional, o sensor Foveon X3.



Flash
Os flashs incorporados na maioria das máquinas são extremamente limitados e tornam-se virtualmente inúteis para iluminar seja o que for que esteja situado a mais de 3 metros (mais ou menos 12 pés) de distância. Infelizmente, só algumas máquinas de topo de gama possuem os encaixes e sockets para adaptar flashs externos mais poderosos, o que faz com que estejamos limitados ao flash já existente. Assim, na altura de comprar a sua máquina, é importante verificar qual a categoria do flash no manual ou, melhor ainda, experimentar a máquina na própria loja.



Lentes zoom
Muitas das actuais máquinas fotográficas digitais possuem pequenas mas potentes lentes zoom, capazes de rivalizar com as volumosas lentes das máquinas SRL de película. A maior parte das máquinas digitais é caracterizada pela sua ampliação máxima - a média é um zoom 3x, embora certas máquinas incluam um zoom com uma ampliação até 10x. É importante fazer a distinção entre zoom óptico e zoom digital. O primeiro refere-se à ampliação da lente, enquanto o segundo diz respeito a um processo pelo qual a parte central da imagem é aumentada electronicamente. Uma vez que o zoom digital diminui a qualidade da imagem, é melhor evitá-lo (a imagem parece maior, mas o número de pixeis é igual).



Armazenamento e Memória
À excepção das mais básicas, todas as máquinas digitais têm algum tipo de sistema de armazenamento amovível. Algumas usam mini CD-Rs ou discos magneto-ópticos, outras ainda aceitam disquetes, mas a maioria usa os pequenos e sólidos cartões de memória flash... Existem vários tipos de cartões disponíveis no mercado. Os cartões CompactFlash são os mais comuns, estão disponíveis em capacidades de até 1 GB e e são muito duradouros e fiáveis. Muitas das máquinas que aceitam cartões CompactFlash também são compatíveis com Microdrives IBM, um pequeno disco rígido de armazenamento extra. O SmartMedia é outro formato também muito utilizado. Estes cartões são mais frágeis que os do tipo CompactFlash. Os cartões SecureDigital (ou SD) é, de um modo geral, mais caro que os restantes. O formato Memory Stick é um formato proprietário da Sony, embora outros fabricantes estejam actualmente a iniciar a produção de cartões do género do Memory Stick. Como acontece com todas as tecnologias, os preços parecem ter tendência a baixar à medida que as capacidades aumentam.



Bateria
As máquinas fotográficas digitais são autênticas devoradoras de energia, pelo que gastar algum dinheiro em pilhas recarregáveis pode revelar-se um bom investimento. Existem vários tipos de pilhas recarregáveis disponíveis no mercado, incluindo as de iões de lítio e as de níquel-cádmio, mas as melhores para máquinas fotográficas digitais são as do tipo Ni-MH (nickel-metal hydride). Um conjunto de boa qualidade com carregador incluído poderá custar cerca de 20 euros, sendo que as pilhas podem ser carregadas até mil vezes. Devido ao apetite por energia das máquinas fotográficas digitais, é absolutamente imperativo ter sempre à mão um conjunto suplente de baterias quando vai fotografar, já aconteceu perderem-se fotos promissoras por causa de baterias descarregadas; assegure-se por isso de que não é apanhado nessa armadilha.


Películas/filtros fotográficos e as suas aplicabilidades


Os filtros de fotografia permitem alterar a imagem capturada pelo fotógrafo de várias maneiras. Alguns filtros criam efeitos intrigantes e psicadélicos, e outros são essenciais para algumas fotos. Existem também filtros que são usados para proteger a lente de impactos e arranhões, estes são quase imperceptíveis o que torna difícil ver o seu efeito na foto.

Sistemas de filtros

Existem três sistemas de filtros que pode optar, filtros redondos, filtros quadrados e filtros de gelatina. Os sistemas quadrados e redondos são os mais utilizados pelos fotógrafos. Alguns filtros para o sistema quadrado são redondos, porque os filtros polarizadores e estrelas tem de rodar livremente.


Sistema de filtros redondos
Os filtros redondos são enroscados na parte frontal da objectiva e podem ser utilizados em várias objectivas caso o diâmetro de ambas seja igual. Mas, se a diferença entre as objectivas for pouca pode utilizar um adaptador para compensar.

Sistema de filtros quadrados
Os filtros quadrados são enroscados num suporte colocado na frente da objectiva. Pode usar filtros de tamanhos diferentes no mesmo suporte, só tem que mudar o anel adaptador. Os filtros quadrados são menos práticos que os redondos.

Sistema de filtros de gelatina
Os filtros de gelatina são colocados num suporte de encaixar que por sua vez é colocado na frente da objectiva ou segurado à mão. Estes filtros são mais práticos num estúdio e são usados para a correcção de cores. Uma vantagem é os quadrados poderem filtrar a fonte de luz devido ao seu tamanho.

Filtro UV
O filtro ultra violeta reduz a luz UV que chega ao sensor, este filtro é muito útil em grandes altitudes ou junto ao mar, porque ajuda a reduzir a tonalidade de azul ao fotografar nestes locais. Este filtro também ajuda a reduzir a neblina e não exige que se trabalhe com aberturas maiores do diafragma.

Filtro skylight
O filtro skylight é semelhante ao filtro UV, mas tem um tom âmbar o que dá a uma imagem cores quentes. É útil para eliminar o véu atmosférico que se encontra em regiões litorâneas ou montanhosas.

Filtro polarizador
Para o fotógrafo os filtros polarizadores são muito úteis. O filtro polarizador é utilizado para eliminar reflexos de superfícies como o vidro e a água, aumenta o contraste e satura as cores tornando, por exemplo, o azul do céu muito mais profundo. Este filtro possui um anel de controlo de luz que se roda até que os reflexos sejam reduzidos tanto quanto possível.

Filtro de densidade neutra (ND)
O filtro de densidade neutra tem como objectivo reduzir a quantidade de luz que chega ao sensor de maneira uniforme. É utilizador quando se pretende fotografar com uma velocidade de obturador menor ou com uma abertura do diafragma maior em situações de muita luz. É utilizado também para criar efeitos de desfoque criativos e minimizar a profundidade de foco.


Filtros criativos
Os filtros criativos permitem uma grande variedade de efeitos estranhos e radicais numa imagem. Estes filtros podem adicionar diversas formas numa imagem como estrelas, arco-íris e muito mais, mas podem tornar-se cansativos quando utilizados de forma exagerada. Os filtros criativos mais utilizados pelos fotógrafos são os de efeitos dégradé, estrela e suavização de focagem.

Filtros coloridos
Os filtros coloridos têm uma cor uniforme e são mais adequados para composições gráficas fortes e para silhuetas, onde o tom geral da cor pode ajudar a criar ambiente.

Filtros dégradé
Os filtros dégradé são bastante úteis na fotografia de paisagem a cores. Metade do filtro tem uma cor, que perde intensidade até meio do filtro, até ficar transparente. Existem várias cores para os filtros dégradé e são utilizados para dar cor e reduzir o contraste da fotografia. Para cores mais fortes deve usar aberturas do diafragma mais pequenas.

Filtro em estrela
Os filtros em estrela convertem os pontos luminosos de uma cena em estrelas, o que ajuda a enriquecer uma imagem.

Filtro difusor
O filtro difusor cria uma imagem com menos nitidez, para retratos este filtro regista uma atmosfera mais delicada. O filtro difusor pode ser útil também para esconder imperfeições dos modelos, como rugas e manchas de pele.

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