A impressão do teu mundo e na tua vida
Marta Norte
Oficina Gráfica, Modulo 11, 11 - 03 - 2012
Processos de impressão______________________________________________________
Os processos de impressão que registam tintas sobre um suporte, a partir de uma matriz montada numa máquina impressora, são classificados de acordo com as características da matriz de impressão. Matriz de impressão é a superfície mediadora entre o registo da chapa e o suporte (papel, tecido, etc.)
Matriz de Impressão
As matrizes se caracterizam por apresentarem duas superfícies distintas: aquelas que depositam a tinta sobre o suporte e são denominadas áreas de grafismo e aquelas que permanecem vazias (sem tinta) e são denominadas áreas de contra-grafismo.
Impressão em Permeografia
Impressão realizada mediante uma matriz permeável. Os elementos que serão impressos são formados por áreas permeáveis ou perfuradas da matriz, como na serigrafia.
SERIGRAFIA: Sistema de impressão direta, também conhecido como silkscreen. Utilizando uma tela permeável de finíssimos fios sintéticos (seda ou náilon), pode-se imprimir em variados suportes: metais, cerâmica, tecidos, cartões, papéis ásperos, vidros e plástico.
A serigrafia manual é típica na impressão de cartazes lambe-lambe. Mas a serigrafia é muito utilizada para impressão de materiais para sinalizações de ruas, papéis de parede, reproduções de grande formato e rótulos de CD.
A qualidade da impressão depende da densidade da tela, do equipamento, da qualificação da mão-de-obra e do original a ser reproduzido. Pode-se conseguir uma impressão de baixa, média ou alta qualidade para pequenas e médias tiragens.
Atualmente, a impressão digital como plotters de tinta ou corte eletrônico vem substituindo o uso da serigrafia na impressão de materiais para sinalizações e de cartazes de baixa tiragem.
Impressão em Relevografia
Impressão realizada mediante matriz em alto relevo. Os elementos que serão impressos ficam em relevo na matriz e são intentados, imprimindo mediante pressão sobre o suporte. É o mesmo princípio dos carimbos. A flexografia e a tipografia são processos relevo-gráficos.
TIPOGRAFIA: Criado por Gutenberg (entre 1445 e 1453), é o método mais antigo de impressão direta, dominando o cenário da reprodução gráfica por quase cinco séculos.
É a arte de imprimir e compor com tipos (pequenos blocos metálicos que contém um caracter em relevo). Montados lado-a-lado, esses tipos compõem o texto, formando a matriz (rama) para impressão. Já as imagens são reproduzidas através de clichês (traço ou meio-tom) metálicos ou de plástico (século 20). A partir do século 19 os tipos móveis foram substituídos pela linotipo, assim, as ramas passaram a ser compostas por linhas inteiras, agilizando um pouco a reprodução de jornais, livros e revistas.
Atualmente, a tipografia é utilizada em gráficas de baixo custo para a confecção de impressos padronizados (notas fiscais, talões de pedidos, formulários numerados), peças com pouco texto (convites, cartões de visitas) e também para acabamento em materiais ...
FLEXOGRAFIA: Processo de impressão direta originado dos EUA, por volta de 1853. É muito utilizado para impressão de embalagens por apresentar custo baixo para grandes quantidades de impressão em suportes irregulares, tridimensionais e flexíveis como celofane, folhas metálicas, plásticos e vidros. As impressoras flexográficas utilizam sistema similar ao tipográfico, entretanto, elas realizam praticamente todas as etapas de acabamento como plastificação, recorte, dobra e colagem.
A flexografia é indicada para impressos a traço pois apresenta rendimento insatisfatório para impressão de meios-tons (retículas). Entretanto, a era digital vem colaborar e desenvolver o sistema flexográfico de impressão, garantindo cada vez mais a qualidade da impressão.
Impressão em Encavografia
Utilizando justamente o mecanismo inverso ao da relevografia, baseia-se numa matriz em baixo relevo. Os elementos que serão impressos são formados por sulcos em baixo relevo na matriz, que armazenam a tinta que será transferida para o papel ou outro suporte mediante pressão. É o caso da rotogravura.
ROTOGRAVURA: Sistema de impressão direta, desenvolvido na Alemanha por volta do século XIX. Recomendado para projetos gráficos de altas tiragens e que exige grande qualidade na impressão.
Com uma alta velocidade de impressão e com qualidade uniforme, a rotogravura imprimi nos mais diversos suportes: papel, papelão, tecido, metal (lataria). Sendo muito utilizada para impressão de rótulos e embalagens, revistas, livros didáticos, livros de arte e impressos de luxo.
Impressão em Eletrografia
A matriz é plana como nos processos planográficos, porém as áreas que serão impressas são determinadas, seja na matriz ou no próprio suporte, a partir de fenômenos eletrostáticos - e não físico-químicos. É o caso de processos recentemente desenvolvidos para a produção industrial, como a impressão digital, a eletrofotografia e a xerografia. A terminologia para estes processos ainda não está consolidada, sendo referidos também como processos digitais, processos eletrônicos etc. devido ao fato de que os originais se constituem em dados informatizados, com entrada via computador.
IMPRESSÃO DIGITAL: Impressão feita de forma eletrônica. Através de impressoras laser, os arquivos de dados vão direto para o papel. Esse processo possibilita a impressão de trabalhos em pequenas quantidades, sem usar fotolitos ou chapas.
Duas grandes desvantagens desse sistema são: a qualidade de impressão inferior aos processos tradicionais e o inconstante gerenciamento de cores.
A serigrafia manual é típica na impressão de cartazes lambe-lambe. Mas a serigrafia é muito utilizada para impressão de materiais para sinalizações de ruas, papéis de parede, reproduções de grande formato e rótulos de CD.
A qualidade da impressão depende da densidade da tela, do equipamento, da qualificação da mão-de-obra e do original a ser reproduzido. Pode-se conseguir uma impressão de baixa, média ou alta qualidade para pequenas e médias tiragens.
Atualmente, a impressão digital como plotters de tinta ou corte eletrônico vem substituindo o uso da serigrafia na impressão de materiais para sinalizações e de cartazes de baixa tiragem.
Impressão em Relevografia
Impressão realizada mediante matriz em alto relevo. Os elementos que serão impressos ficam em relevo na matriz e são intentados, imprimindo mediante pressão sobre o suporte. É o mesmo princípio dos carimbos. A flexografia e a tipografia são processos relevo-gráficos.
TIPOGRAFIA: Criado por Gutenberg (entre 1445 e 1453), é o método mais antigo de impressão direta, dominando o cenário da reprodução gráfica por quase cinco séculos.
É a arte de imprimir e compor com tipos (pequenos blocos metálicos que contém um caracter em relevo). Montados lado-a-lado, esses tipos compõem o texto, formando a matriz (rama) para impressão. Já as imagens são reproduzidas através de clichês (traço ou meio-tom) metálicos ou de plástico (século 20). A partir do século 19 os tipos móveis foram substituídos pela linotipo, assim, as ramas passaram a ser compostas por linhas inteiras, agilizando um pouco a reprodução de jornais, livros e revistas.
Atualmente, a tipografia é utilizada em gráficas de baixo custo para a confecção de impressos padronizados (notas fiscais, talões de pedidos, formulários numerados), peças com pouco texto (convites, cartões de visitas) e também para acabamento em materiais ...
FLEXOGRAFIA: Processo de impressão direta originado dos EUA, por volta de 1853. É muito utilizado para impressão de embalagens por apresentar custo baixo para grandes quantidades de impressão em suportes irregulares, tridimensionais e flexíveis como celofane, folhas metálicas, plásticos e vidros. As impressoras flexográficas utilizam sistema similar ao tipográfico, entretanto, elas realizam praticamente todas as etapas de acabamento como plastificação, recorte, dobra e colagem.
A flexografia é indicada para impressos a traço pois apresenta rendimento insatisfatório para impressão de meios-tons (retículas). Entretanto, a era digital vem colaborar e desenvolver o sistema flexográfico de impressão, garantindo cada vez mais a qualidade da impressão.
Impressão em Encavografia
Utilizando justamente o mecanismo inverso ao da relevografia, baseia-se numa matriz em baixo relevo. Os elementos que serão impressos são formados por sulcos em baixo relevo na matriz, que armazenam a tinta que será transferida para o papel ou outro suporte mediante pressão. É o caso da rotogravura.
ROTOGRAVURA: Sistema de impressão direta, desenvolvido na Alemanha por volta do século XIX. Recomendado para projetos gráficos de altas tiragens e que exige grande qualidade na impressão.
Com uma alta velocidade de impressão e com qualidade uniforme, a rotogravura imprimi nos mais diversos suportes: papel, papelão, tecido, metal (lataria). Sendo muito utilizada para impressão de rótulos e embalagens, revistas, livros didáticos, livros de arte e impressos de luxo.
Impressão em Eletrografia
A matriz é plana como nos processos planográficos, porém as áreas que serão impressas são determinadas, seja na matriz ou no próprio suporte, a partir de fenômenos eletrostáticos - e não físico-químicos. É o caso de processos recentemente desenvolvidos para a produção industrial, como a impressão digital, a eletrofotografia e a xerografia. A terminologia para estes processos ainda não está consolidada, sendo referidos também como processos digitais, processos eletrônicos etc. devido ao fato de que os originais se constituem em dados informatizados, com entrada via computador.
IMPRESSÃO DIGITAL: Impressão feita de forma eletrônica. Através de impressoras laser, os arquivos de dados vão direto para o papel. Esse processo possibilita a impressão de trabalhos em pequenas quantidades, sem usar fotolitos ou chapas.
Duas grandes desvantagens desse sistema são: a qualidade de impressão inferior aos processos tradicionais e o inconstante gerenciamento de cores.
Impressão em Planigrafia
Nos processos planográficos, não há qualquer relevo que determine a impressão: a matriz é plana. É através de fenômenos físico-químicos de repulsão e atração que os elementos utilizados (tintas, água) se alojam nas áreas gravadas para sua reprodução no suporte (papel). O offset é um processo planográfico, assim como a litografia.
OFFSET: Sistema de impressão indireta que se baseia no princípio de que água e gordura não se misturam. Utiliza como suporte todos os tipos de papéis e alguns plásticos flexíveis. As máquinas offset podem ser planas ou rotativas. As planas rodam folha por folha, oferecendo melhor qualidade; ideal para impressão de cartazes, folders
O offset é o principal processo de impressão desde a segunda metade do século 20, garantindo boa qualidade para médias e grandes tiragens e praticamente em qualquer tipo de papel e alguns tipos de plástico (especialmente o poliestireno). Processo planográfico, originário da litografia, ele faz uma impressão indireta: há um elemento intermediário entre a matriz e o papel, que é chamado de blanqueta. A imagem que está na matriz (que é metálica e é simplesmente chamada de chapa) é transferida para um cilindro coberto com borracha (a blanqueta) e, daí, para o papel. Em resumo: a matriz imprime a blanqueta e esta imprime o papel. O termo offset vem da expressão offset litography- que, ao pé da letra, significa litografia fora-do-lugar, fazendo menção justamente à impressão indireta (na litografia, a impressão era direta, com o papel tendo contato com a matriz).
Na segunda metade dos anos 1990, o offset passou a contar com um aperfeiçoamento fundamental: as máquinas dotadas de sistemas CTP (computer-to-press), que permitem a entrada dos dados de arquivos digitais diretamente na impressora, onde é feita a gravação das chapas e dispensando fotolitos. Apesar de pouco adequado, esta modalidade do processo tem sido chamada de offset digital.
Há seis elementos básicos no mecanismo do offset: a chapa, a blanqueta, o suporte (seja papel ou outro), o cilindro de pressão (que pressiona o papel contra a blanqueta), a tinta e a água.
O princípio da impressão é a repulsão entre a água e a gordura, que não se misturam. Por isso a matriz é plana: não é preciso relevo algum para que a tinta (que é gordurosa) se aloje nas áreas cravadas com as imagens que devem ser impressas, pois a umidade - que se aloja nas demais áreas - impede que ela se espalhe e "borre" estas imagens. Logicamente, é preciso regular a impressora para que as quantidades de tinta e de água sejam adequadas para que o mecanismo funcione devidamente.
A chapa imprime a imagem na blanqueta e esta a transfere para o papel. A transferência é garantida porque o papel é pressionado contra a blanqueta graças ao cilindro de pressão. A blanqueta é o grande segredo da qualidade da impressão obtida: a imagem impressa no papel fica mais nítida porque a blanqueta trata de conter excessos de tinta; a chapa tem uma durabilidade maior porque seu contato direto é com a superfície mais flexível da borracha; finalmente, o papel resiste bem ao processo porque não tem contato direto nem com a umidade nem com a maior quantidade de tinta da chapa (por ser viscosa, a tinta tenderia a fazer o papel aderir à chapa, rasgando-o).
Embora possibilite uma excelente qualidade de impressão, o mecanismo como um todo é em realidade frágil. Ele é instável: são necessários reajustes frequentes durante a impressão, para manter níveis adequados de tinta e umidade, tanto para evitar falhas e borrões quanto para manter a maior uniformidade possível nos tons das cores ao longo da tiragem.
Há ainda outros "perigos". O excesso de carregamento da tinta, já citado anteriormente, leva à decalcagem: a imagem impressa numa folha mancha ou cola o verso da folha seguinte pelo excesso de tinta, que, como observado, é viscosa. O excesso de umidade, por sua vez, poderá atrasar a secagem dos impressos (especialmente em nosso clima, que é naturalmente úmido). Retirar o material da gráfica sem que ele esteja devidamente seco é garantia de decalcagem e, consequentemente, de perda da tiragem. Um bom operador e um bom acompanhamento gráfico, todavia, têm como evitar estes problemas.
Etapas do offset
1 - A forma de impressão é gravada de forma legível, depois é fixada no cilindro porta-chapa.
2 - A chapa de impressão recebe água (por repulsão a água fica somente na área de não-imagem.
3 - A chapa neste momento recebe a tinta (a tinta por ser oleosa fica somente nas áreas "desenhadas", pois água e óleo não se misturam, definindo assim a imagem sem a necessidade de relevo na forma de impressão).
4 - Por pressão a chapa entra em contacto com o Caucho ou Blanqueta tornando-se ilegível.
5 - O cilindro com a blanqueta entra em contacto com o cilindro contra pressão, onde o substrato esta preso por uma pinça.
6 - Neste momento ocorre a transferência da imagem do caucho para o substrato.
OFFSET DIGITAL: Semelhante ao offset, esse processo possui duas características básicas. Primeiro, imprimi sem a utilização de água; segundo, utiliza uma espécie de platesetters embutida no maquinário (entrada digital de dados – direto do computador para a impressora offset) – sistema conhecido como CTP - computer-to-press. A utilização do termo Offset Digital é discutível; alguns profissionais utilizam o termo offset seco. O importante, entretanto, é que a tecnologia impede problemas de registro, impede a variação das tonalidades das cores no decorrer das tiragens e mantém a relação custo x benefício: quanto maior a tiragem, menor o custo unitário.
Formas de Impressão
Se diferenciam pela terminologia prática que inventou os seguintes nomes para cada uma delas:
Clichê - forma para impressão tipográfica
Borracha - forma para impressão em flexigrafia
Cilindro - forma para impressão em rotogravura
Chapa - forma para impressão em offset
Tela - forma para impressão serigrafia
__________________________________________________________________________________
Tipos de Papel
OFF-SET
Papel com bastante cola, superfície uniforme e lisa, sem nenhuma felpa na parte de cima e preparado para resistir o melhor possível a ação da umidade, o que é de extrema importância em todos os papéis para a impressão pelo sistema offset e litográfico em geral. Usado para miolo, livros infantis, infanto-juvenis, médicos, revistas em geral, folhetos e todo serviço de impressão a cores.
OFF-SET TELADO
Suas características são textura e gofrado (papel texturado ou gravado em relevo). Usado em calendários, displays, convites, cartões de festas e peças publicitárias.
POLEN RÚSTIC
Papel com um toque rústico e artesanal. OFFSET/Impressão a Cores. É usado em papel para miolo, guarda livros e livros de arte.
POLEN BOLD
Papel com opacidade e espessura elevada. OFFSET/Impressão a cores. É usado em livros quando necessário papeis mais espessos, sem aumento do peso do livro.
POLEN SOFT
Papel com tonalidade natural, ideal para uma leitura mais prolongada e agradável. Usado em livros instrumentais, ensaios e obras gerais.
ALTA PRINT
POLEN SOFT
Papel com tonalidade natural, ideal para uma leitura mais prolongada e agradável. Usado em livros instrumentais, ensaios e obras gerais.
ALTA PRINT
Papel offset “top” de categoria, com alta lisura, brancura e opacidade. Produzindo através do processo “soft calender on-machine”, oferece a melhor qualidade de impressão e definições de imagens.
PÓLEN BOLD
É um offset de tonalidade diferenciada, excelente opacidade e maior espessura. Sua tonalidade reflete menos a luz, permitindo uma leitura mais agradável.
COUCHÉ
Papel com uma ou ambas as faces recobertas por uma fina camada de substâncias minerais, que lhe dá aspecto encorpado e brilhante, e muito próprio para a impressão de imagens a meio-tom, e em especial de retículas finas. Para a impressão de textos o papel gessado é muito lúdico e por isto incômodo à vista. Defeito que se tem procurado contornar com a criação das tonalidades mate. O termo francês “Couché” (camada) é usadíssimo entre nós, onde chegou a assimilar-se em couchê. É necessário distinguir couchê de duas faces de alguns papéis simplesmente bem acetinados, que com eles se confundem; molhando-se e friccionando-se uma extremidade do papel, se for couché, a camada de branco desfaz-se.

COUCHÉ L1
Papel com revestimento Couché brilhante em um lado. Policromia. Suas aplicações são sobre capas, folhetos e encartes.
COUCHÉ L2
Papel com revestimento Couché Brilhante nos dois lados. Policromia. Suas aplicações são em livros, revistas, catálogos e encartes.
PÓLEN BOLD
É um offset de tonalidade diferenciada, excelente opacidade e maior espessura. Sua tonalidade reflete menos a luz, permitindo uma leitura mais agradável.
COUCHÉ
Papel com uma ou ambas as faces recobertas por uma fina camada de substâncias minerais, que lhe dá aspecto encorpado e brilhante, e muito próprio para a impressão de imagens a meio-tom, e em especial de retículas finas. Para a impressão de textos o papel gessado é muito lúdico e por isto incômodo à vista. Defeito que se tem procurado contornar com a criação das tonalidades mate. O termo francês “Couché” (camada) é usadíssimo entre nós, onde chegou a assimilar-se em couchê. É necessário distinguir couchê de duas faces de alguns papéis simplesmente bem acetinados, que com eles se confundem; molhando-se e friccionando-se uma extremidade do papel, se for couché, a camada de branco desfaz-se.
COUCHÉ L1
Papel com revestimento Couché brilhante em um lado. Policromia. Suas aplicações são sobre capas, folhetos e encartes.
COUCHÉ L2
Papel com revestimento Couché Brilhante nos dois lados. Policromia. Suas aplicações são em livros, revistas, catálogos e encartes.
COUCHÉ MONOLÚCIDO
Papel com revestimento couchê brilhante em um lado. Mas liso no verso para evitar impermeabilidade no contato com a água ou umidade. Suas aplicações são em embalagens, papel fantasia, rótulos, out-doors, base para laminação e impressos em geral.
COUCHÉ MATTE
Papel com revestimento couchê fosco nos dois lados. Suas aplicações são em impressão de livros em geral, catálogos e livros de arte.
COUCHÉ TEXTURA
Papel com revestimento couchê brilhante nos dois lados, gofrado (texturado ou gravado em relevo), panamá e skin (casca de ovo). Suas aplicações são em livros, revistas, catálogos, encartes, sobrecapas e folhetos.
COUCHÉ TEXTURA SKIN
Papel com revestimento couché texturado nas duas faces imitando casca de ovo.
COUCHÉ TEXTURA PANAMÁ
Papel com revestimento couchê brilhante em um lado. Mas liso no verso para evitar impermeabilidade no contato com a água ou umidade. Suas aplicações são em embalagens, papel fantasia, rótulos, out-doors, base para laminação e impressos em geral.
COUCHÉ MATTE
Papel com revestimento couchê fosco nos dois lados. Suas aplicações são em impressão de livros em geral, catálogos e livros de arte.
COUCHÉ TEXTURA
Papel com revestimento couchê brilhante nos dois lados, gofrado (texturado ou gravado em relevo), panamá e skin (casca de ovo). Suas aplicações são em livros, revistas, catálogos, encartes, sobrecapas e folhetos.
COUCHÉ TEXTURA SKIN
Papel com revestimento couché texturado nas duas faces imitando casca de ovo.
COUCHÉ TEXTURA PANAMÁ
Papel com revestimento couché texturado nas duas faces imitando trama de uma tela de linho.
Classificação dos papéis:___________________________________________________
Atualmente existem infinitas variedades de papel no mercado, para você escolher de acordo com a sua peça gráfica e criatividade. Para diferenciar um modelo de papel do outro, existe uma classificação básica
a) Peso: Normalmente, o peso varia de 50 a 350 gramas. Quanto maior a gramatura, mais grossa é a folha, maior o peso terá o impresso, maior opacidade (ou seja, a folha é menos “transparente”, o que beneficia a leitura no caso da impressão frente-e-verso) e maior o custo, já um papel de gramatura excessivamente baixa é bem mais barato, mas poderá fazer com que a publicação seja por demais maleável, comprometendo a apresentação e a futura conservação.
Por exemplo, 50 gramas é um papel mais fino, e, portanto o 350 gramas será o papel mais grosso. Isto define o peso e o volume do seu impresso final. O peso influencia no preço da impressão.
b) Formato: O formato bem definido resulta em aproveitamento de papel, o que pode proporcionar economia. Isto não só vale para custo, como para uma consciência ecológica. Por exemplo, Parece não haver maior diferença se um cartaz com 46 cm de altura x 32 ou 34 cm de largura, certo? São apenas dois centímetros a mais, e talvez fique “mais bonito” se ele for um pouco mais largo. No entanto, com 32 cm, cabem quatro cartazes em cada folha 2B, formato muito utilizado para impressão em grande escola.
Com 34 cm, apenas dois, havendo um grande desperdício de papel. Vamos considerar uma tiragem de quatro mil cartazes – o que não é muita coisa. Com 32 cm, serão necessárias pouco mais de mil folhas de papel (considerando sobras para testes e erros), enquanto com 34 cm serão necessárias mais de duas mil. Nós devemos sempre nos informar com as gráficas em que imprimimos nossos materiais sobre os formatos de papeis possíveis para impressão, gastando menos papel, e claro, o orçamento fica mais acessível, deixando também é claro nosso cliente mais feliz.
c) Cor: A cor do papel pode influenciar na composição criativa das cores que você usa na sua arte. Geralmente, o papel escolhido é branco, ao passo que tons amarelados ou caramelados tendem a ser associados com baixa qualidade. Existem diversas peças gráficas que podemos realizar com os papeis já coloridos de fábrica, deixando a peça gráfica com uma criação diferente e de orçamento mais baixo.
d) Textura: A textura pode ser definida como o aspecto do papel (lisos, telados, etc.) ou quanto ao seu grau de rigidez. A textura do papel pode ser escolhida de acordo com a arte. Tomando o processo offset como referência, quanto mais liso o papel, mais nítida e viva será a impressão.
Os papéis com textura, por sua vez, tendem a singularizar o produto final, mas não são indicados para policromias com grande exigência de nitidez nos detalhes (como livros de arte, por exemplo). Da mesma forma, devem ser evitados quando do uso de corpos muito pequenos (abaixo de oito pontos). Na serigrafia, na xerografia e na impressão digital, eles são contra-indicados no que confere a legibilidade e definição de detalhes.
Classificação dos papéis:___________________________________________________
Atualmente existem infinitas variedades de papel no mercado, para você escolher de acordo com a sua peça gráfica e criatividade. Para diferenciar um modelo de papel do outro, existe uma classificação básica
a) Peso: Normalmente, o peso varia de 50 a 350 gramas. Quanto maior a gramatura, mais grossa é a folha, maior o peso terá o impresso, maior opacidade (ou seja, a folha é menos “transparente”, o que beneficia a leitura no caso da impressão frente-e-verso) e maior o custo, já um papel de gramatura excessivamente baixa é bem mais barato, mas poderá fazer com que a publicação seja por demais maleável, comprometendo a apresentação e a futura conservação.
Por exemplo, 50 gramas é um papel mais fino, e, portanto o 350 gramas será o papel mais grosso. Isto define o peso e o volume do seu impresso final. O peso influencia no preço da impressão.
b) Formato: O formato bem definido resulta em aproveitamento de papel, o que pode proporcionar economia. Isto não só vale para custo, como para uma consciência ecológica. Por exemplo, Parece não haver maior diferença se um cartaz com 46 cm de altura x 32 ou 34 cm de largura, certo? São apenas dois centímetros a mais, e talvez fique “mais bonito” se ele for um pouco mais largo. No entanto, com 32 cm, cabem quatro cartazes em cada folha 2B, formato muito utilizado para impressão em grande escola.
Com 34 cm, apenas dois, havendo um grande desperdício de papel. Vamos considerar uma tiragem de quatro mil cartazes – o que não é muita coisa. Com 32 cm, serão necessárias pouco mais de mil folhas de papel (considerando sobras para testes e erros), enquanto com 34 cm serão necessárias mais de duas mil. Nós devemos sempre nos informar com as gráficas em que imprimimos nossos materiais sobre os formatos de papeis possíveis para impressão, gastando menos papel, e claro, o orçamento fica mais acessível, deixando também é claro nosso cliente mais feliz.
c) Cor: A cor do papel pode influenciar na composição criativa das cores que você usa na sua arte. Geralmente, o papel escolhido é branco, ao passo que tons amarelados ou caramelados tendem a ser associados com baixa qualidade. Existem diversas peças gráficas que podemos realizar com os papeis já coloridos de fábrica, deixando a peça gráfica com uma criação diferente e de orçamento mais baixo.
d) Textura: A textura pode ser definida como o aspecto do papel (lisos, telados, etc.) ou quanto ao seu grau de rigidez. A textura do papel pode ser escolhida de acordo com a arte. Tomando o processo offset como referência, quanto mais liso o papel, mais nítida e viva será a impressão.
Os papéis com textura, por sua vez, tendem a singularizar o produto final, mas não são indicados para policromias com grande exigência de nitidez nos detalhes (como livros de arte, por exemplo). Da mesma forma, devem ser evitados quando do uso de corpos muito pequenos (abaixo de oito pontos). Na serigrafia, na xerografia e na impressão digital, eles são contra-indicados no que confere a legibilidade e definição de detalhes.
Papel e Aplicação____________________________________________________________
Couchê
É um tipo de papel resistente, mais caro, mas amassa facilmente dependendo da gramatura. Graças a textura lisa e delicada, possui uma ótima qualidade de impressão. Uma característica do couchê brilho é que nas áreas que serão impressas (que terá tinta de impressão) possuam um brilho acetinado em ambas faces. Já o couchê fosco possui menos brilho, maior tempo de secagem da tinta e é mais barato que o brilho. Sua gramatura é bastante abrangente, mas trabalha basicamente com 04 gramaturas: 90, 120, 150 e 250 gramas.
É um tipo de papel resistente, mais caro, mas amassa facilmente dependendo da gramatura. Graças a textura lisa e delicada, possui uma ótima qualidade de impressão. Uma característica do couchê brilho é que nas áreas que serão impressas (que terá tinta de impressão) possuam um brilho acetinado em ambas faces. Já o couchê fosco possui menos brilho, maior tempo de secagem da tinta e é mais barato que o brilho. Sua gramatura é bastante abrangente, mas trabalha basicamente com 04 gramaturas: 90, 120, 150 e 250 gramas.
Aplicações:
Cartão de Visita;
Folders;
Flyers;
Panfletos em geral;
Tags;
Encartes de Supermercados;
Cartão de Visita;
Folders;
Flyers;
Panfletos em geral;
Tags;
Encartes de Supermercados;
Cartazes e outros.

Duplex
Mais conhecido como papelão, é um tipo de papel composto por 2 camadas de papel, sendo a primeira de branca, acetinada e lisa e a segunda camada com uma pasta não branqueada (por isso o papel fica com essa cor) O verso do papel permite melhor qualidade e produtividade na hora da impressão. A gramatura do papel Duplex é 250 gramas e 300 gramas.
Aplicação de materiais:
Calendário de Parede;
Sacolas;
Caixas;
Embalagens em geral.

Off-set
É o Papel mais utilizado, e como possui bastante cola na sua composição, ele tem superfície uniforme. É um papel bastante branqueado (dos branqueados é o mais barato), encorpado e possui textura fosca e resiste o melhor possível a ação da umidade, o que é de extrema importância para a impressão pelo sistema off-set. Além a vantagem de baixo custo, possui alta qualidade, com grande nitidez , cores vivas e intensas das áreas impressas. A gramatura este papel varia de 56 gramas a 240 gramas.
Aplicação de materiais:
Receituário;
Papel Timbrado;
Miolo de Livros;
Miolos de Revistas em Geral;
Folhetos.

Supremo
Duplex
Mais conhecido como papelão, é um tipo de papel composto por 2 camadas de papel, sendo a primeira de branca, acetinada e lisa e a segunda camada com uma pasta não branqueada (por isso o papel fica com essa cor) O verso do papel permite melhor qualidade e produtividade na hora da impressão. A gramatura do papel Duplex é 250 gramas e 300 gramas.
Aplicação de materiais:
Calendário de Parede;
Sacolas;
Caixas;
Embalagens em geral.
Off-set
É o Papel mais utilizado, e como possui bastante cola na sua composição, ele tem superfície uniforme. É um papel bastante branqueado (dos branqueados é o mais barato), encorpado e possui textura fosca e resiste o melhor possível a ação da umidade, o que é de extrema importância para a impressão pelo sistema off-set. Além a vantagem de baixo custo, possui alta qualidade, com grande nitidez , cores vivas e intensas das áreas impressas. A gramatura este papel varia de 56 gramas a 240 gramas.
Aplicação de materiais:
Receituário;
Papel Timbrado;
Miolo de Livros;
Miolos de Revistas em Geral;
Folhetos.
Supremo
Possui bastante resistência e tem a superfície mais lisa do mercado, o que faz dele um papel muito procurado e com altíssima qualidade. Possui um semi brilho, e tanto a frente e quanto o verso do papel é branco. Aceita todos os recursos gráficos e geralmente é usado nesse papel um acabamento gráfico especial (verniz U.V ou verniz fosco), para dar mais brilho e durabilidade. A gramatura deste papel é de 250 gramas e de 300 gramas.
Aplicação de materiais:
Cartão de Visita;
Imã;
Folhinha;
Calendário Bolso;
Calendário Mesa;
Marcador de Páginas e outros.

Papel reciclado
Este papel é um tipo de papel reciclado. Ele possui essa aparência de papel reciclado, mas ele é na verdade um papel off-set 100% reciclado. Com sua qualidade, é um papel correto para fazer um diferencial ou algum detalhe diferente em seus trabalhos, por possuir textura única, e possuir essa tonalidade de reciclado. A gramatura de papel varia de 90 e 240 gramas.
Aplicação de materiais:
Cartão de Visita;
Folder;
Flyers;
Receituário;
Papel Timbrado;
Tags;
Pastas;
Cartazes e outros.

E agora mais alguns exemplos da variabilidade e utilização criativa dos diversos tipos de papeis:

Aplicação de materiais:
Cartão de Visita;
Imã;
Folhinha;
Calendário Bolso;
Calendário Mesa;
Marcador de Páginas e outros.
Papel reciclado
Este papel é um tipo de papel reciclado. Ele possui essa aparência de papel reciclado, mas ele é na verdade um papel off-set 100% reciclado. Com sua qualidade, é um papel correto para fazer um diferencial ou algum detalhe diferente em seus trabalhos, por possuir textura única, e possuir essa tonalidade de reciclado. A gramatura de papel varia de 90 e 240 gramas.
Aplicação de materiais:
Cartão de Visita;
Folder;
Flyers;
Receituário;
Papel Timbrado;
Tags;
Pastas;
Cartazes e outros.
E agora mais alguns exemplos da variabilidade e utilização criativa dos diversos tipos de papeis:
Papel
Vidro
Metal
Plástico
Bibliografia__________________________________________________________________
Vidro
Metal
Plástico
Bibliografia__________________________________________________________________
Guiadografico - http://guiadografico.blogspot.com/2008/06/tipos-de-papel.html
Design.blog - http://design.blog.br/design-grafico/tipos-de-papel
Chocoladesign - http://chocoladesign.com/tipos-de-papeis-e-suas-aplicacoes
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Artesfinais - http://artesfinais.com/processos-de-impressao
Autoavaliação:
Neste modulo realizei a pesquisa necessária sobre impressão e alguns dos tipos de papeis utilizados nas gráficas. Considero que mereço 19 Valores.